quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A Carestia

A carência humana, a falta que faz a falta,

O individualismo metódico correndo nas veias,

Quanta falta faz a falta....

A realidade anda tão falsa que ser sincero é irreal,

Não existe nos dicionários atuais.

O publico anda cada vez mais vampírico,

Deseja, implora, quer sangue!

Quanta falta faz a falta?

A farsa se alastra como um câncer,

Instala-se em cada órgão, matando-o aos poucos.

Quanta falta faz a falta de amor, de solidariedade, de segurança.

Ser irreal é ser o real. Nos tempos de aurora, as flores não murchavam!

Tudo faz falta, menos o excesso. Pois ele esta em excesso.

Qual a carência humana? Talvez seja a própria carência(...)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Flertes e enfeites

Nas madrugadas é o seu cheio que vem,
Nas noites frias, seus abraços,
No verão o abandono,
Ele flertando, me contando coisas sobre alguém.

Nos dias de sol, os olhos gritam,
Vejo o som com aquela cor ainda não inventada,
Se for preciso, a tomo de assalto,
E a reinvento todos os dias.

Nos dias de chuva, o corpo queima,
E o resto não sei,
A Madrugada não se vê, mas o sol (...)
Ele sim a gente o vê.