quarta-feira, 29 de agosto de 2012
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A Carestia
O individualismo metódico correndo nas veias,
Quanta falta faz a falta....
A realidade anda tão falsa que ser sincero é irreal,
Não existe nos dicionários atuais.
O publico anda cada vez mais vampírico,
Deseja, implora, quer sangue!
Quanta falta faz a falta?
A farsa se alastra como um câncer,
Instala-se em cada órgão, matando-o aos poucos.
Quanta falta faz a falta de amor, de solidariedade, de segurança.
Ser irreal é ser o real. Nos tempos de aurora, as flores não murchavam!
Tudo faz falta, menos o excesso. Pois ele esta em excesso.
Qual a carência humana? Talvez seja a própria carência(...)
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Flertes e enfeites
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Nas sombras
Ele a vê em uma esquina.O sol com seus raios a ilumina. Ela está quase nua, pronta pra ser usada. De longe ele a encara fixamente, parece um leão com os olhos em sua presa. Ele se disfarça, parece abobalhado. Coloca a mão direita no bolso e com a esquerda mexe nos cabelos. Em um giro de 360° verifica se há alguém o observando. A passos lentos se aproxima da esquina onde ela se encontra. Lentamente a agarra no mesmo instante em que entrega a grana. A leva pro beco escuro que já observara hora antes. Seus olhos brilham. Não há sons naquele momento. Ele termina de despi-la, já excitado antes mesmo das vias de fato. Ele a cheira e se entorpece. As batidas de seu coração são ouvidas a quilômetros, seu sangue corre como um carro de corrida desgovernado, batendo pelas paredes de suas veias. Ah! Êxtase total. O suor escorre em seu rosto. Parece cansado. Deita-se ao chão em um canto úmido do beco. Um vento frio lhe toca o rosto e ratos passam pelas suas mãos. As excitações vão passando pouco a pouco e lentamente ele abre seus olhos. O efeito da cocaína passa e ele se levanta com passos largos, olhando pros lados, pensando na próxima dose.
